quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A IGREJA TEM AUTORIDADE PARA EXCLUIR?



A pergunta que nosso título coloca não é tão simples quanto pode parecer. Trata-se de um tema difícil, mas que procurarei abordar de maneira breve nas próximas páginas. Tenho feito isso já há algum tempo; escolho falar principalmente de temas complexos, onde há divergências de interpretações, e uma coisa interessante a observar quando nos debruçamos sobre temas difíceis ou polêmicos, é que geralmente o procedimento adotado pelas igrejas cristãs é diferente daquele sugerido pelo texto bíblico. Assim, mais que solucionar controvérsias seculares, procuro propor aos cristãos sinceros uma nova maneira de viver seu cristianismo. As pretensões são, portanto, mui modestas; nossas reformas são individuais e não sistêmicas. Contudo, não considero a discussão de hoje de pouca importância, pois a não compreensão do assunto já ocasionou muita injustiça, muitos traumas, muita violência e muitas mortes.

Para falar da exclusão ou mesmo excomunhão em igrejas cristãs, temos que delimitar nosso tema. Eu não tenho competência para falar de determinações legais. Acredito que uma igreja não pode escolher seus membros e impedir a entrada de quem quer que seja de acordo com a lei, mas só posso manter minhas argumentações dentro dos limites bíblicos, minha área de estudos. Então, teremos um estudo bíblico, o que é (temos que admitir) uma abordagem limitada para este tema. Espero que atenda às expectativas dos meus leitores, cada vez mais competentes e exigentes.

Entrando agora em nosso problema, gostaria de transcrever abaixo uma passagem bíblica que é provavelmente a mais usada para tratar do tema “exclusão”. Trata-se de Mateus 18.15-17, que diz assim:

(15) Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão. (16) Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, toda palavra seja confirmada. (17) E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano”

Aqui está um texto que costuma ser citado todas as vezes que se quer justificar o afastamento forçado de alguém. Lendo-o rapidamente vemos que há um personagem anônimo, provavelmente um cristão que peca contra um irmão e não aceita a repreensão de ninguém. As tentativas de demovê-lo são progressivas; primeiro ele é repreendido individualmente pelo irmão ofendido, depois por ele e mais outros, e por fim, por toda a igreja. Após estas tentativas, o pecador obstinado parece ser excluído da comunhão da igreja, pois passa a ser tratado como pecador e publicano. Bem, esse é o resultado de uma leitura rápida, mas há detalhes que quero abordar mais atentamente, pois acredito que nesses detalhes se escondem os segredos para leitura correta do texto.

Não sabemos que tipo de pecado foi cometido, mas o texto é só um exemplo, e pode ser aplicado a diversos tipos de pecados. Em todo caso, sabemos que é um pecado contra o irmão, o que já exclui grande número de possibilidades pecaminosas. Também estamos falando de algum tipo de erro que prejudica o próximo, e fazer mal ao próximo é quebrar um dos grandes mandamentos do amor (Mt 22.37-40). Um cristão que ofende um irmão está maculando o cristianismo em sua essência. Outra coisa que o texto nos diz é que esse pecado contra o irmão é mal visto por toda a comunidade. Veja que toda a igreja repreende o pecador conjuntamente tentando convencê-lo do erro, o que significa que não temos um líder qualquer tomando a decisão de excluir ninguém em nome dos outros. Trata-se de uma audiência pública, onde não há dois partidos lutando, mas uma pessoa que sozinha nega-se a seguir a opinião unânime da igreja, que provavelmente é mais acertada. Isso também exclui muitos pecados que são de particular interpretação, pois o erro em questão tem de ser óbvio. Em resumo, o processo indicado no texto só se aplica em casos extremos, onde não existem dúvidas sobre o mau procedimento do suposto réu, e todas as tentativas de conversão foram feitas.

Agora um detalhe mais técnico. Eu mesmo fui levado a usar o termo “réu” no final parágrafo anterior, palavra que pertence ao campo semântico dos julgamentos, cujo lugar vivencial é o tribunal. Mas será que temos em Mateus 18 um julgamento? O que nos leva a ver assim este texto? Penso que nossas Bíblias nos conduzem a isso ao empregarem outro termo jurídico que é “testemunhas”. Lendo isso nós somos automaticamente remetidos aos tribunais, e o pecador se torna um réu que deve se defender de acusadores. Todavia há nisso um possível problema de tradução, pois o substantivo grego que traduzimos por “testemunha” é martys, de onde deriva a nossa palavra martírio. Ela pode sim significar “testemunha”, alguém que está ali para declarar como ocorreu determinado evento, mas também possui um sentido menos jurídico, o de testemunhar ou proclamar a respeito do evangelho. Esse é o sentido que damos ao testemunho dos mártires, uma prova da veracidade do evangelho através da submissão à morte. Assim, é bem provável que a igreja de Mateus não esteja sugerindo a instituição de um tribunal contra o pecador, mas que esteja incentivando a pregação para que ele volte atrás. Essa proposta ocasiona uma pequena mudança na leitura do versículo 16 de conseqüências gigantescas; o objetivo já não é provar a culpa do pecador publicamente para então condená-lo, mas resgatá-lo através da pregação.

Confesso que posso estar enganado na hipótese acima, mas ela está de acordo com o que o texto diz no final. Como vimos, é fácil imaginar a partir do verso 17 que o pecador obstinado deve ser excluído da igreja; e ficamos com a impressão de que ele é esquecido, deixado de lado porque não quis ouvir aos apelos dos irmãos. Entretanto, mesmo em casos extremos em que um pecador ofende seu irmão, quebra o grande mandamento do amor ao próximo e não dá ouvidos a todos os apelos e pregações, fazendo-se um verdadeiro teimosos, não há condenação. O que o texto diz é que esse pecador deve ser tratado com pecador e publicano, e esses tais pecadores e publicanos são exatamente os alvos principais de nossa evangelização (obs. para uma boa hermenêutica desse texto não devemos nos deter nas categorias distintas de publicanos e pecadores, mas vê-los como categorias que resumem todos os tipos de pecadores que devem ser alcançados pela evangelização cristã).

Lembre-se de Jesus, que era na verdade mais amigo dos pecadores e publicanos do que dos religiosos. A pena, portanto, para um ex-irmão que se tornou um pecador obstinado, é que ele deve continuar sendo amigo da comunidade, comendo com eles, freqüentando a casa deles caso deseje, para que nessas ocasiões continue ouvindo sobre Jesus Cristo e quiçá se converta de seus maus caminhos. Nós, com nossa sede de vingança é que já usamos esse texto para excluir pessoas e por vezes até excomungá-las.

Anos atrás ouvi de um senhor que os protestantes não terão salvação, mas somente os católicos. O argumento era que Martinho Lutero fora excomungado pela igreja nos dias da reforma, e todos os descendentes do reformador estavam com ele fora da comunhão. Esta afirmação é tão ridícula que nem merece nossas considerações, mas será que a igreja tem esse direito de excomungar alguém e impedir-lhe a salvação? Será que algum homem recebeu o poder de salvar ou condenar outrem?

Lemos Mateus 18.15-17 e vimos que o texto é mais inclusivo do que pensávamos. Os pecadores continuam nossos amigos, e não devem ser afastados da igreja, embora não se concorde com o erro deles. A unidade textual seguinte, Mateus 18.18-19, dá ênfase à autoridade da igreja:

“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus”

Algo parecido foi dito antes, quando Jesus diz a Pedro: “E eu te darei as chaves do Reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16.19).

Parece que a igreja católica estava correta ao entender que o texto bíblico dá ao cristão a autoridade para excluir pessoas, porém, o uso que se faz dos textos não está de acordo com o princípio cristão. Como certa vez me alertou meu professor e orientador Dr. Paulo Roberto Garcia, o objetivo dessas passagens não é nos dar autoridade para julgar os outros, mas nos alertar a respeito da grande responsabilidade que temos. Noutras palavras, a igreja possui as chaves das portas do céu, e pode até fechá-las a algumas pessoas, mas a sua responsabilidade é abrir tais portas para todos. A idéia é que no futuro, caso alguém não se encontre no Reino dos Céus, Deus poderá cobrar tais almas da igreja perguntando: “Você tinha a chave, por que você não abriu a porta para aquela pessoa entrar?”. Novamente, os textos nos responsabilizam pela salvação alheia, e não procuram nos dar o direito de condenação, o que seria contrário ao mandamento de não julgar (Mateus 7.1-5).

Falei do modo como deve-se tratar o pecador obstinado e da responsabilidade da igreja pela salvação de todos. Os textos estão na sequência em Mateus, devem ser lido conjuntamente. Agora, essa leitura pode ser confirmada pelo texto anterior a esses, Mateus 18.12-14:

“Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou? E, se, porventura, a acha, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela do que pelas noventa e nove que se não desgarraram. Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca”

E esses não são os únicos textos desse agrupamento, que pretende destacar exatamente a necessidade de se lutar por todos os filhos de Deus. Como ler essa analogia da ovelha perdida, que fala claramente que Deus não quer que ninguém se perca, e em seguida interpretar Mt 18.15-17 como um texto que legitima a exclusão? Isso seria um crime exegético imperdoável, mas coisa que fazemos quando queremos justificar biblicamente nossas atitudes desumanas.

Enfim, não expulse ninguém da igreja, nem trate cristãos e não-cristãos com distinção; não amaldiçoe ninguém nem se faça juiz em lugar de Deus; não desista do pecador e não deixe de perdoar seu ofensor... se quiser inclua isso nas margens da sua Bíblia, para nunca mais usá-la como defensora de suas más ações.

21 comentários:

Evangelho Maltrapilho disse...

gostei muito, achei interessante a explanação que fez dos textos que são usados como "armas" para terminar de matar pecadores (e olha que todos nós pecamos). Posso me inspirar mais ainda neste texto pra terminar o meu que é sobre os que vão para o "BANCO".

Thainty disse...

Fala Professor... Assim como o Rodrigo, gostei muito do seu texto.

Antes de falar do texto, queria compartilhar com vocês minha opinião sobre "pecado", aqui me sinto a vontade de falar o que penso sem máscaras e sem política.

Para mim, pecado é pecado é ponto. As pessoas têm um costume de classificar os pecados cometidos de acordo com sua consciência. O pecado dele é GRANDE até ele descobrir que o outro Irmão cometeu um pecado que julga ser maior que o dele, partindo disso ele já classifica o "GRANDE PECADO" por "PEQUENO PECADO" é o famoso: PECADO, PECADINHO e PECADÃO.

Mas isso pra mim não existe, tudo é pecado: FALAR MAL DA VIDA ALHEIA, FORNICAÇÃO, ADULTÉRIO, INVEJA, MENTIRA e tantos outros é pecado! Não existe MEDIDA DE PECADO. Para Deus é pecado e ponto. É engraçado esses pastores que adotam esse crime de excluir seus membros, eles são o que mais pecam rsrs. (Não estou julgando, isso é fato)

Além dos meus Pais serem evangélicos, também são Pastores. Então eu cresci vendo um exemplo de pai dentro de casa e um exemplo de Pastor dentro da Igreja. Em casos que a consciência do membro media o seu tamanho do pecado, vinham falar com o meu pai. Ao invés do meu pai colocar no famoso "banco" ele colocava para trabalhar dentro da igreja rsrs.

Isso provocou a ira de muito Obreiros, que diziam jamais aceitar um "camarada" daquele na frente de um trabalho. Hoje, muitos desses Obreios não estão mais conosco e os "camaradas" estão lá, cada vez mais fortes dentro da igreja, arrependidos pelos seus atos pecaminosos. E temos que nos arrepender todos os dias pela nossa natureza pecaminosa.

Resumindo: NÃO ADOTEM ESSE "COSTUME RIDÍCULO". E quando esses pecarem, AJUDE! Porque mais cedo ou mais tarde, em algum momento da sua vida você vai precisar de ajuda e perdão. Essa é a vida Cristã.

O William me disse uma vez e acho que cabe muito bem nesse momento: “Você não pode apenas ser cristão, você tem que parecer ser cristão” E excluir um membro pelo seu pecado, não é uma atitude de um Cristão. (estou falando de cristão que conhece os princípios bíblicos, porque os que não conhecem nem tem o que discutir)

Encerro por aqui, antes que eu fale besteira rsrs, esse é um assunto que me deixa completamente REVOLTADA.

PASTORES: SEJAM AO MENOS PARECIDOS COM JESUS!
VOCÊS TÊM QUE COMEÇAR A PENSAR: O QUE JESUS FARIA EM MEU LUGAR?! Pelo pouco que conheço de Jesus, ele não excluiria. Está na hora da igreja rever seus princípios. Por isso sempre bato na mesma tecla: A bíblia mesmo revelando o caráter de Deus, revela muito mais o caráter de tem quem a lê.

Beijinhos Pessoal.

Fabio Bezerril disse...

Fala Anderson, belo texto, penso que no meio de nossas igrejas andão muitos homens com sindrômes de cristos, pensando que tem a autoridade de excluir tanto da comunhão quanto da mesa do pão e do vinho, espero que as pessoas possam refletir com este texto.

Abraços

Voz de denúncia disse...

É, como sempre uma interpretação libertadora que vc faz das escrituras, me lembrou um certo Rabino que questionado se a mulher pega em adulterio deveria ser apedrejada, pois assim ordenava a lei,a letra, o livro, a biblia, deu-lhe a sentença final, dizendo atirem a primeira pedra, quem pecado não tiver,temos duas opções diante do texto, usa-lo para maltratar e excluir, ou fazer como nosso mestre, gerando vida e mais vida.

Alias não sou digno que siga meu blog, arrisco alguns pensamentos, não sou digno de desatar suas sandalhas

Anderson de Oliveira Lima disse...

Valeu amigos pelos comentários.

Eu só falei das exclusões porque tinha algo a dizer sobre os textos bíblicos. Mas é claro que o mesmo princípio prático se aplica aos afastamentos do tipo "ficar no banco" (como disse o Rodrigo) ou de fora da comunhão na ceia do Senhor (como lembrou o Fábio). São todos atos arrogantes de quem acha que não tem pecado (como também nos lembrou a Thalyta). Vocês são bons leitores, e principalmente bons cristãos. Deixe-me dizer que se depender de mim estão todos autorizados a também ensinar o cristianismo libertador.

Agora essa do Keiker de que não é digno de desatar minhas sandálias é boa. Pode parar que nem uso sandálias. Se lhe ensino é porque creio que podes ser também um mestre.

Mas aproveitando a pidada e dando uma de Jesus, eu vos envio a pregar as boas-novas de que cada pessoa pode viver sua vida e fé livres das grades impostas pela igreja, para que sejais curados e façam discípulos também livres para o Senhor rsrsrs.

O cristianismo que está na moda precisa morrer irmãos, antes que ele mate o cristianismo de verdade. Eis nossa missão. A exegese e esse blog são minhas principais armas, escolham as suas e ao trabalho.

Leonardo Pessoa disse...

Muito obrigado pelo texto anderson.

Acredito que todos conhecem pelo menos uma pessoa que deixou a "igreja" vitima de um dos conceitos por vc destruidos neste texto.

Eu "quase" fui uma delas, essa ignorância biblica somado a uma intenção de proteger instituições e tradições tem deixado as pessoas em segundo plano. Se a pessoa errou o que fazemos com ela. A idéia é; Vamos expor essa pessoa, para que outras vejam e não repita o erro, pedagogia que não ensina ninguém e ainda mata o exposto.

Vou encaminhar esse texto a todos meus amigos que tem hoje uma imagem de Deus maculada graças a ignorância e arrogância dos lideres religiosos.

A propósito não sou digno que lave meus pés. (me seguir no blog)

Anderson de Oliveira Lima disse...

Leonardo, muito obrigado pelo comentário que deixou. Ajudou a mim e aos demais leitores a ver como meu estudo se aplica bem à igreja de hoje. Minha esposa Angela disse-me ontem que não seria de outra religião, mas que os evangélicos são aqueles que mais ofendem, expõem, condenam...

Fico muito honrado de que indique meu texto a outros leitores. Quem escreve quer ser lido, e cada vez que alguém diz que leu o que escrevi me realizo.

Mas não dê assunto ao Keiker com esse negócio de que não é digno... Eu sempre apoiarei pessoas que procuram ao meu lado falar aquilo que pensam, pessoas que querem a verdade e estão livres pra serem o que são.

Voz de denúncia disse...

Obrigado professor; nos braços de vcs hoje tenho a liberdade eo reconhecimento que algumas instituições não me deram por apenas ser um jovem com sonhos, mais infelizmente não tinha nenhum padrinho, pai presbitero, pastor, tesoureiro, ou secretario, a lado de vcs percebo que Deus apostou sim em meus talentos obrigado, e melhor para vcs conseguem arrancar-me lagrimas.

Sérgio Sanchez disse...

Anderson, gostei bstante do que lí, percebo que a cada dia mais me afasto da igreja e me aproximo de Deus, por mais incoerente que se possa dizer isso...
Cada dia mais chego a uma conclusão; que até os evangélicos e cristão poderão entrar no céu!

não sei se voce conhece esse blog abaixo mais conheci recentemente e achei interessante. se quiser dê uma olhada.
abraços.

http://www.pavablog.com/

Anderson de Oliveira Lima disse...

Olá Sérgio, quanto tempo!

Sei exatamente o que quer dizer. Por vezes não acho que seja apenas uma questão de personalidade que não se enquadra ao padrão, mas de maturidade. Talvez as pessoas que levam a fé cristã e a Palavra de Deus a sério acabem sempre tendo problemas com as instituições religiosas. Ainda que os motivos sejam diversos, eu, você, e muitos outros que conhecemos nos vemos cada dia mais distante do "ser evangélico".

Obrigado por ler o texto e comentá-lo e pela indicação do blog. Já dei uma olhada rápida.

Júnior disse...

Júnior disse...

parabéns,tenho lido suas matérias e estão mudando minha visão sobre o cristianismo que estou vivendo e a matéria sobre a autoridade da igreja para excluir foi sensacional,muitas vidas se perderam por acreditarem que a instituição igreja é detentora da autoridade divina e não observando que Jesus é o nosso mediador para com Deus.

Anderson de Oliveira Lima disse...

Júnior, é uma honra poder ter meus textos lidos e comentados por pessoas que nem conheço. Espero sinceramente que as mudanças em seu cristianismo sejam todas positivas. Como eu escrevi no texto sobre as crises de fé, nem sempre essas mudanças são confortáveis, mas aconselho a insistir nelas.

Obrigado mais uma vez. Deixe suas opiniões sempre que puder, sejam favoráveis ou contrárias.

Blog do Astrogildo disse...

Uma pergunta muito forte. Há anos por volta de 1974/75 eu vi um determinado"Pastor" mandar duas jovens para fora da igreja , uma porque não era membra e a outra acusada de roubo que nunca foi provado.Uma caiu na protistuição e drogas e morreu com Aids ,outra só Deus sabe onde anda.Não somos nós que pregamos que uma alma tem muito valor?? E os cultos de missões explora se a emoção do povo em favor dos perdidos e alguns "lideres" não agem de forma racional.Ganha se almas pela porta da frente e se expulsa pela dos fundos. Longe de mim de opor a qualquer pessoa , apenas estou expressando o que penso e o que presenciei ,aproveitando o momento eu quero deixar um recado a "alguns lideres" por favor melhorem um pouco mais o relacinamento dos senhores em relação aos membros,.. assim e compartilhem o Pulpito com seus obreiros ninguem tem o monopolio da palavra

francine disse...

na verdade preciso de ajuda meu caso e um pouco complicado.vou tentar explicar conheci silas faz 2 anos.ele e um homem casado, bem ele e sua esposa eram de cidades diferentes certo. Eles casaram-se ela fez a promessa que viria morar com ele ha uns 4 anos atras. Só que ela não veio deixando seu esposo morar sozinho.isso deixou uma brexa afinal ele morando sozinho ela não vinha e ele não ia.ele cansado resolveu dar um ponto final. separou dela mas so de corpo não divorciou ainda.ele ja me conhecia nos ja tinhamos conversado e ficamos juntos.acabou rolando sexo, no inicio não queria mas depois me envolvi e tudo aconteceu.não queria que fosse assim pois gosto dele ele não se gosta mas sente atração por mim. me ajude não sei o que fazer. meu nome francine.

Tamiris Pereira disse...

o que vc gostaria de ouvir Francine??? Vejo em suas próprias palavras que vc quer se convencer que isto esta certo... Porém o proprio Deus já tem te falado que não é, e a palavra de Deus tbm vai contra esse tipo de coisa. Independente da brecha que a esposa havia deixado, eles eram casados. E a bíblia não nos permite divorciar-se, visto que o divorcio por causa de infidelidade só foi permitido por causa da dureza do coração do homem. Este caso que está acontecendo fere vários preceitos bíblicos(divorcio, adultério da parte dele, fornicação da parte dos dois, conivência com o pecado...) Aconselho-a a sair desta situação, prefira viver bem com Deus, o coração do homem é enganoso, costumamos a gostar mais do proibido, então ore e peça a Deus para lhe ajudar a esquecer este rapaz, pois isto não vem de Deus... espero que lhe ajude... fica na paz!!!

Tamiris Pereira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tamiris Pereira disse...

sobre o tema, acredito que a exclusão as vezes é necessária, quando não há arrependimento nem abandono das praticas. Se a pessoa for obreira a principio se afastada dos cargos, e dependendo do pecado, se a pessoa persistir em comete-lo a exclusão. Porem acho que as coisas devem ser analisadas.

LEIAM I CORINTIOS 5. 1-13


FIQUEM NA PAZ DE CRISTO...

Leonice Eigenmann disse...

Amém Tamiris !!!

Silvio Sigolis disse...

Concordo com a tamiris pereira disse , se o membro tem cargo na igreja a primeira coisa e afasta-lo dos trabalhos . Antes de chegar a uma exclusão , penso que a igreja tem que estar em oração por este irmão e oferecer tratamento psicológico tbm . Acho que a exclusão é a ultima coisa a ser pensada ,
e só quando a igreja ir até as ultimas tentativas para resgatar esse irmão .

Adivan Filho disse...

Paz para todos irmão em Cristo.....

Em nossa igreja por exemplo

Um pastor que recentemente está com nós acusou o tesoureiro junto com toda equipe da finanças de robô... Só por ser o tesoureiro cogitou em tirar a ajuda de custo que era repassado para ele.... Além disso ele não se firmar na verdade já deixou outras igrejas em situação precária.... Demos várias oportunidades a o mesmo porém continuo com as mentiras calúnia e definição... EM O CONSELHO DECIDIU DESLIGAR O MESMO.... Não mim GLORIO POR ISSO.....

Adivan Filho disse...

Paz para todos irmão em Cristo.....

Em nossa igreja por exemplo

Um pastor que recentemente está com nós acusou o tesoureiro junto com toda equipe da finanças de robô... Só por ser o tesoureiro cogitou em tirar a ajuda de custo que era repassado para ele.... Além disso ele não se firmar na verdade já deixou outras igrejas em situação precária.... Demos várias oportunidades a o mesmo porém continuo com as mentiras calúnia e definição... EM O CONSELHO DECIDIU DESLIGAR O MESMO.... Não mim GLORIO POR ISSO.....